
O SER HUMANO É UM GRANDE DOM DE DEUS.
A educação da fé deve penetrar na vida da criança, do adolescente e do jovem. A palavra de Deus é a mesma para todas as pessoas, mas cada idade tem uma maneira diferente de receber a mensagem.
A criança é um grande tesouro que Deus confiou à humanidade porque é uma vida a ser desenvolvida.
a) A descoberta do mundo exterior - a criança acorda para a vida humana;
a criança, no seu desenvolvimento, sente necessidade de mover-se,
ensaia os primeiros passos. Sua linguagem é concreta: mamãe, papai,
gato, etc.
b) O meio humano: a família
- é a família que oferece um clima de segurança, de afeição e de
alegria de que a criança precisa tanto; é neste ambiente que a criança
vai desenvolver-se, através da imitação: a criança olha para quem ama e imita os seus gestos.
SEGUNDA FASE: 04 aos 07 ANOS
a) O globalismo - é a fase em que a criança vê tudo globalmente.
b) O egocentrismo - nesta idade a criança não distingue o mundo independente de si mesma. Tudo o que existe é dela. Exemplo: mamãe é minha.
c) Acontece a primeira "crise" -
se sente limitada pela vontade dos outros se tornar "criança difícil". É
nesta idade, começam a descobrir as diferenças anatômicas entre menino e
menina e a perceber que cada um tem um papel diferente na sociedade.
Aqui temos a criança mais crescida, mais calma.
a) Ritmo lento e meditativo - a criança necessita de tempo para olhar, escutar, assimilar.
b) Faculdade de maravilhar-se - a criança é capaz de permanecer muito tempo em admiração prolongada e sabe, por exemplo, meditar diante de uma flor.
c) Idade da razão - é
a idade dos "porquês". A criança quer saber tudo, o por que como.
Começa a racionar, mas não sabe ainda compreender idéias abstratas.
d) Despertar da consciência moral - vai-se tornando capaz de distinguir o bem do mal. É o nascimento da liberdade.
e) Despertar da realidade pelos seus atos - querendo
saber da razão das coisas, começando a saber o que é certo e o que é
errado, a criança aos poucos torna-se consciente da responsabilidade de
seus atos.
f) Gosto de saber - o vocabulário da criança cresce. Quer ler tudo. Deve-se tirar proveito disto oferecendo-lhe boas leituras.
g) Idade das relações pessoais -
idade em que a criança começa a desenvolver-se em relação a outras
pessoas. Agora ela percebe que também faz parte de um grupo: vizinhos, a
turma do colégio.
QUARTA FASE: 09 aos 12 ANOS
a) Idade da ação - a criança interessa-se pelo que ver, toca ou pode medir.
b) Idade do hábito e da memória -
a criança tem uma grande capacidade de memorizar. Memoriza facilmente o
que aprende e gosta mesmo de memorizar. Gosta de regras. É a época dos
jogos bem definidos, fórmulas já prontas. Gosta de apresentar o trabalho
sempre do mesmo jeito.
c) Idade do conformismo social -
a criança sente-se atraída pela sociedade que a cerca. Gosta de está
com outro colegas. É a idade do grupo de amigos. É a idade do
conformismo - de agir sempre como e com os outros.
QUINTA FASE: 12 aos 14 ANOS - PRÉ ADOLESCÊNCIA
Nesta fase, notará sem grande esforço que a criança via passando por modificações rápidas e profundas. Aventuras,
espinhas, explosões de temperamento, vontade de chorar, crises de riso.
Tudo isso é a pré e a adolescência. É em que não se é adulto para fazer
certas coisas, mas se é repreendido por agir como uma criança.
Pesquisas
mostram que a puberdade precoce é um fenômeno das grandes cidades, pela
superexposição das crianças às imagens sexuais.
O
adolescente está criando sua própria identidade e está extremamente
confuso. Não sabe quem é, não sabe se é criança ou se é adulto,
está sendo pressionado por dentro por impulsos agressivos, desejos
sexuais, insegurança e não sabe como lidar com isso. De fora, vêm uma
série de cobrança de uma sociedade com mudanças muito rápidas.
Mas o que é "mesmo entrar na adolescência?" Para o pré-adolescente, será verdade tudo aquilo que ele descobrir.
Nesta
época, o grupo da Infância e Adolescência Missionária é de fundamental
importância. O assessor(a) tem de ser acima de tudo, amigo(a) dos pré-adolescentes
e adolescentes para poder animá-los e orientá-los bem. Tratá-los com
amor, mas com muita paciência. Tomar cuidado para tratá-los todos
igualmente, evitando preferências.
Nesta
fase, o assessor(a) deverá orientar os pré-adolescentes para o caminho
da doação e do amor... Mostrando que por este caminho se chega todos os
dias e nunca se chega completamente. Orientá-los para como a lealdade, sinceridade.
Dom Bosco dizia: "Os jovens não só precisam ser amados, mas saber que são amados.”





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